O Prémio Femina foi criado em 2010 por João Micael, fundador e Presidente da Matriz Portuguesa - MPADC - Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento, para agraciar as Mulheres Portuguesas que se tenham distinguido com mérito, profissional, cultural e humanitariamente em Portugal ou no estrangeiro.

As edições do Prémio Femina de 2013 e  2014, foram realizadas nas cidades de Guimarães e do Porto respectivamente.

Na celebração do quinto aniversário da sua fundação, em 2015, procedeu-se ao alargamento do âmbito das suas destinatárias, as Notáveis Mulheres Portuguesas e da Lusofonia - oriundas de Portugal, dos Países de Expressão Portuguesa, das Comunidades Portuguesas e Lusófonas, e Luso-descendentes, que se tenham distinguido com mérito ao nível profissional, cultural e humanitário no Mundo, pelo Conhecimento e pelo seu relacionamento com outras Culturas.

Em 2018 foi criada a categoria Ad Femina Mundu (à Mulher do Mundo) para Mulheres de nacionalidades extra Portuguesa e extra Lusófonas, pelo contributo, com o seu exemplo, em obras, conduta e estudo, a todas as Mulheres do Mundo.

A atribuição dos prémios às Agraciadas é feita por uma Comissão de Honra, reconhecendo, assim, o seu valor e excelência na sociedade portuguesa moderna e evoluída.

A investidura do Prémio Femina é realizada numa cerimónia formal, onde as Agraciadas recebem o prémio pelos membros da Comissão de Honra.

O Prémio Femina tem o Estatuto de Interesse Cultural, concedido pelo Ministério da Cultura, para efeitos de Mecenato Cultural.